Um agente por arquivo
No modo per-file o mesmo prompt vira N agentes paralelos — um por arquivo, cada um no seu git worktree. Escritas disjuntas, merges limpos.
scope: per-file
Um pipeline em JSON vira agentes paralelos — um por arquivo — em git worktrees isolados, integrados a cada etapa de forma determinística no método, com suas credenciais protegidas em Docker.
Não é mais um wrapper de agentes. É um processo determinístico sobre agentes pensantes — o humano é dono do método, o modelo é dono da inteligência.
Eles compõem livremente — descobrir, espalhar, ramificar em ondas, julgar, repetir. Tudo visível no kanban, tudo auditável.
Um prompt, um escopo. Rode no projeto inteiro, por arquivo, ou sobre uma lista de memória — o agente lê o worktree e escreve um patch.
scope: project · per-file · memory
O mesmo prompt vira N agentes paralelos, um por arquivo ($file + $hint), cada um no seu git worktree. O passo de descoberta decide o trabalho; o fan-out obedece.
$file · $hint
Um juiz LLM com acesso ao shell emite um veredito JSON e o cursor segue o resultado — aprova e avança, ou volta para retrabalho. Default seguro, limitado por maxRuns.
check · maxRuns
Ramos heterogêneos rodam juntos em ondas determinísticas. A ordem das ondas e dos merges é a mesma em toda execução — o conteúdo de cada nó é do modelo.
deterministic waves
Um agente por arquivo, rodando ao mesmo tempo. O que uma sessão única faz arquivo a arquivo, o huu faz em ondas. Mexa nos controles — veja o relógio encolher.
Todo modelo de fronteira degrada conforme o input cresce — medido em 18 deles. Em coding agents, esse “context rot” é o modo de falha número um. Dar a cada agente um arquivo e um contexto limpo ataca exatamente isso — e a conta de custo deixa de ser quadrática e vira linear.
Uma janela de 200K não são 200K úteis — a queda começa muito antes de encher.
Um loop que acumula histórico reenvia tudo a cada passo — N(N+1)/2.
O modo per-file duplica o contexto-base — N agentes poderiam pagá-lo N vezes. Como o prompt é idêntico (só o $file muda), o prompt caching escreve uma vez e lê por todos, a cerca de um décimo do custo. É isso que mantém barato de verdade.
Um contexto estreito remove a visão cross-file — o agente pode acertar localmente e destoar no global. Benigno para auditorias, testes e migrações mecânicas; e é exatamente por isso que o huu tem scopes e um resolvedor de merge por LLM.
A maioria das ferramentas roda agentes por sessão ad-hoc e integra na mão. O huu é dono do método como JSON versionado, espalha por arquivo e integra de forma determinística a cada etapa.
O vizinho mais próximo é o Bernstein (Apache-2.0): um escalonador determinístico com worktrees e fila de merge serializada. O que continua exclusivo do huu: fan-out per-file, merge determinístico a cada etapa, métodos autônomos que terminam num juiz, e sandbox de credenciais em Docker por padrão.
Como o método mora num arquivo, um bom processo é portável. Copie, faça fork, versione no seu repo — e compartilhe de volta para a comunidade rodar o seu método também.